quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Momento: pensar demais dói!!
Salve Salvador! Cidade do caos, do calor e do fedor!!
Não nego que os pensamentos que me tomam externalizam apenas o meu terrivel mal humor. Que loucura é essa que vivemos? A mesma receita pão e circo dos romanos(antiga pacas!) é enfiada goela a baixo do povo. Não me interessa saber quantos e quantos empregos diretos e indiretos se criam numa cidade como Salvador para a realização de um festejo como esse, talvez o que me importa é o quanto não se investe em educação e cultura durante todo um ano. Se é tanto dinheiro que transborda na avenida, tenho apenas a certeza que não são os inúmeros ambulantes que transformam passeios em barracos de isopor que estão se lambuzando com essa grana.
Chame o Alalaô! Lavando a avenida de tanto fedor!!
Não nego que os pensamentos que me tomam externalizam apenas o meu terrivel mal humor. Que loucura é essa que vivemos? A mesma receita pão e circo dos romanos(antiga pacas!) é enfiada goela a baixo do povo. Não me interessa saber quantos e quantos empregos diretos e indiretos se criam numa cidade como Salvador para a realização de um festejo como esse, talvez o que me importa é o quanto não se investe em educação e cultura durante todo um ano. Se é tanto dinheiro que transborda na avenida, tenho apenas a certeza que não são os inúmeros ambulantes que transformam passeios em barracos de isopor que estão se lambuzando com essa grana.
Chame o Alalaô! Lavando a avenida de tanto fedor!!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Um tecer de imagens: espetáculo ‘Rosário’
" Boa Noite Todos! Eu tenho memória. Só vim agora porque foram me chamar"
(Canção de Guerreiro cantada por Mestra Margarida - CE)
O teatro como uma celebração do encontro do homem contemporâneo com sua ancestralidade. Assim, defino o espetáculo ‘Rosário’, interpretado e concebido pela atriz Felícia de Castro[1] com a direção de Demian Reis, que teve a sua estréia no último dia 20 de novembro no Teatro ICBA e ficará em cartaz até o dia 18 de dezembro.
O monólogo é fruto de uma pesquisa que se estendeu por cerca de 10 anos e que em 1h de duração, versa sobre a tradição da coroação dos reis negros presente nos congados mineiros, nas folias de reis e nas romarias da região do Cariri, numa perspectiva poética, feminina e religiosa. O espetáculo, está genuinamente inserido em uma pesquisa antropológica sobre o universo das matizes culturais brasileiras.
O espetáculo ‘Rosário’ possui uma dramaturgia marcada pela ruptura do tempo, espaço e da ação cênica, pela forte presença da musicalidade de foguetos populares e da pouca utilização do recurso da linguagem verbal, o que potencializa a lugar do corpo, como principal elemento desta encenação. Assim, “O corpo é o resultado desses cruzamentos, e não um lugar onde as informações são apenas abrigadas. É com esta noção de mídia de si mesmo que o corpomídia lida, e não com a idéia de mídia pensada como veiculo de transmissão.” (GREINER, 2005, p.131). Assim, discursos poéticos emergem do corpomídia da atriz, que ao movimentar pelo espaço interagi com a luz, cenário, adereços e figurino, e que produz um fluxo contínuo de imagens, oriunda das interferências que o cercam.
Com uma proposta cênica ritualística, foi necessário apropriar-se do espaço cênico transformando o palco em uma arena (apesar da circularidade da encenação, o publico ficou localizado em apenas dois lugares, devido à própria estrutura do teatro), retiraram-se as cuxias, e não havia entradas e saídas de cena. Ao adentrar a sala de espetáculo, o público já encontrava a atriz em cena executando a sua ação cênica. Havia dois focos principais no círculo, um estava mais na direita fundo, onde ficavam cabaças e galhos de árvore, estando iluminado praticamente durante toda a encenação (com exceção nos momentos de black) e outro localizado na esquerda frente (próximo ao público) onde ocorria os momentos de clímax do espetáculo. O centro do círculo foi ainda muito utilizado, além do contorno feito de areia, que delimitava o espaço da encenação.
No que se refere ao equipamento utilizado pelo iluminador cito, refletor PC, refletor fresnel, refletor elipsoidal. A maior parte do espetáculo usa o refletor sem gelatina, apenas com difusor, mas há também a utilização de uma geral vermelha e outra azul, e focos azuis, sendo ainda produzida uma lavanda que é produzida pela mescla das gerais azul e vermelha. Duas características da proposta da iluminação deste espetáculo são predominantes: a utilização do recurso da penumbra e das sombras.
A proposta de utilizar a penumbra como efeito sinestésico, possibilitou que o elemento místico da peça se evidenciasse. Cito, portanto a cena no qual víamos a animalização da atriz que movimentava de maneira circular, contudo quando o atriz/boi se aproximava da platéia (rompendo o círculo de areia) era praticamente impossível a visibilidade daquela interação para a maioria do público. Para evidenciar outro procedimento dentro do mesmo espetáculo, pontuo a utilização da luz aberta/geral nos momentos em que a atriz canta e interagi com o público como brincante.
As sombras projetadas nas paredes foi outro elemento particular desta encenação, no qual na maioria das vezes podíamos identificar a presença de duas sombras duras, o que ampliava a percepção espacial e que recriava e dilatava o movimento corporal da atriz. Neste aspecto, identifico a presença da essência do mito da Caverna de Platão, sobre o pensar sobre a relação do homem e da sombra. Assim cito a cena da coroação no qual o que podemos visualizar é a coroação de uma sombra, por meio da sombra da coroa, constituindo uma cena de elevado grau simbólico e imagético. Em muitos momentos da peça vimos três pessoas em cena (atriz e duas sombras), tornando a encenação por vezes confusa, pela profusão de imagens, além de em alguns momentos fazer com que a atenção do público se voltasse para as sombras e não para a atriz em cena.
Ainda nos aspectos da relação da cena como espaço de construção de imagens, pontuo a presença dos adereços: bacia de alumínio e tecido branco e pela maneira pelo que eles foram ressignificados durante o espetáculo, a partir da interação da luz.
Para concluir, ressalvo que a leitura de imagens produzidas pelo ‘Rosário’ está implicada com as memórias e registros individuais de seu público, pois não é possível ver aquilo que não possuímos referências, o que pode tornar a encenação pouco precisa em seu processo de recepção. Contudo o corpo (do espectador) cria imagens através de sua relação com o objeto artístico. Assim, todos os indivíduos possuem imagens vivas em seus corpos e, por isso, que ele aguarda uma oportunidade para fazê-las emergir, e neste espetáculo o elemento místico potencializa essa reverberação de imagens.
BIBLIOGRAFIA
GREINER, Christine. O corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo: Annablume, 2005.
[1] Felícia de Castro é atriz, pesquisadora e palhaça. Graduada em Artes Cênicas na UFBA. É co-fundadora do Grupo de Teatro Palhaços Para Sempre, que, desde 2000, pesquisa a arte do ator e tradições artísticas brasileiras.
(Canção de Guerreiro cantada por Mestra Margarida - CE)
O teatro como uma celebração do encontro do homem contemporâneo com sua ancestralidade. Assim, defino o espetáculo ‘Rosário’, interpretado e concebido pela atriz Felícia de Castro[1] com a direção de Demian Reis, que teve a sua estréia no último dia 20 de novembro no Teatro ICBA e ficará em cartaz até o dia 18 de dezembro.
O monólogo é fruto de uma pesquisa que se estendeu por cerca de 10 anos e que em 1h de duração, versa sobre a tradição da coroação dos reis negros presente nos congados mineiros, nas folias de reis e nas romarias da região do Cariri, numa perspectiva poética, feminina e religiosa. O espetáculo, está genuinamente inserido em uma pesquisa antropológica sobre o universo das matizes culturais brasileiras.
O espetáculo ‘Rosário’ possui uma dramaturgia marcada pela ruptura do tempo, espaço e da ação cênica, pela forte presença da musicalidade de foguetos populares e da pouca utilização do recurso da linguagem verbal, o que potencializa a lugar do corpo, como principal elemento desta encenação. Assim, “O corpo é o resultado desses cruzamentos, e não um lugar onde as informações são apenas abrigadas. É com esta noção de mídia de si mesmo que o corpomídia lida, e não com a idéia de mídia pensada como veiculo de transmissão.” (GREINER, 2005, p.131). Assim, discursos poéticos emergem do corpomídia da atriz, que ao movimentar pelo espaço interagi com a luz, cenário, adereços e figurino, e que produz um fluxo contínuo de imagens, oriunda das interferências que o cercam.
Com uma proposta cênica ritualística, foi necessário apropriar-se do espaço cênico transformando o palco em uma arena (apesar da circularidade da encenação, o publico ficou localizado em apenas dois lugares, devido à própria estrutura do teatro), retiraram-se as cuxias, e não havia entradas e saídas de cena. Ao adentrar a sala de espetáculo, o público já encontrava a atriz em cena executando a sua ação cênica. Havia dois focos principais no círculo, um estava mais na direita fundo, onde ficavam cabaças e galhos de árvore, estando iluminado praticamente durante toda a encenação (com exceção nos momentos de black) e outro localizado na esquerda frente (próximo ao público) onde ocorria os momentos de clímax do espetáculo. O centro do círculo foi ainda muito utilizado, além do contorno feito de areia, que delimitava o espaço da encenação.
No que se refere ao equipamento utilizado pelo iluminador cito, refletor PC, refletor fresnel, refletor elipsoidal. A maior parte do espetáculo usa o refletor sem gelatina, apenas com difusor, mas há também a utilização de uma geral vermelha e outra azul, e focos azuis, sendo ainda produzida uma lavanda que é produzida pela mescla das gerais azul e vermelha. Duas características da proposta da iluminação deste espetáculo são predominantes: a utilização do recurso da penumbra e das sombras.
A proposta de utilizar a penumbra como efeito sinestésico, possibilitou que o elemento místico da peça se evidenciasse. Cito, portanto a cena no qual víamos a animalização da atriz que movimentava de maneira circular, contudo quando o atriz/boi se aproximava da platéia (rompendo o círculo de areia) era praticamente impossível a visibilidade daquela interação para a maioria do público. Para evidenciar outro procedimento dentro do mesmo espetáculo, pontuo a utilização da luz aberta/geral nos momentos em que a atriz canta e interagi com o público como brincante.
As sombras projetadas nas paredes foi outro elemento particular desta encenação, no qual na maioria das vezes podíamos identificar a presença de duas sombras duras, o que ampliava a percepção espacial e que recriava e dilatava o movimento corporal da atriz. Neste aspecto, identifico a presença da essência do mito da Caverna de Platão, sobre o pensar sobre a relação do homem e da sombra. Assim cito a cena da coroação no qual o que podemos visualizar é a coroação de uma sombra, por meio da sombra da coroa, constituindo uma cena de elevado grau simbólico e imagético. Em muitos momentos da peça vimos três pessoas em cena (atriz e duas sombras), tornando a encenação por vezes confusa, pela profusão de imagens, além de em alguns momentos fazer com que a atenção do público se voltasse para as sombras e não para a atriz em cena.
Ainda nos aspectos da relação da cena como espaço de construção de imagens, pontuo a presença dos adereços: bacia de alumínio e tecido branco e pela maneira pelo que eles foram ressignificados durante o espetáculo, a partir da interação da luz.
Para concluir, ressalvo que a leitura de imagens produzidas pelo ‘Rosário’ está implicada com as memórias e registros individuais de seu público, pois não é possível ver aquilo que não possuímos referências, o que pode tornar a encenação pouco precisa em seu processo de recepção. Contudo o corpo (do espectador) cria imagens através de sua relação com o objeto artístico. Assim, todos os indivíduos possuem imagens vivas em seus corpos e, por isso, que ele aguarda uma oportunidade para fazê-las emergir, e neste espetáculo o elemento místico potencializa essa reverberação de imagens.
BIBLIOGRAFIA
GREINER, Christine. O corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo: Annablume, 2005.
[1] Felícia de Castro é atriz, pesquisadora e palhaça. Graduada em Artes Cênicas na UFBA. É co-fundadora do Grupo de Teatro Palhaços Para Sempre, que, desde 2000, pesquisa a arte do ator e tradições artísticas brasileiras.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
TCA ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINAS E SELEÇÃO DE ELENCO
Já estão abertas as inscrições para as primeiras oficinas de 2010 do Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves (TCA.Núcleo) que visam a qualificação e seleção dos profissionais que atuarão no musical “As Aventuras do Maluco Beleza”, vencedor do Edital de Montagem da Fundação Cultural do Estado (Funceb), edição 2009-2010, na categoria infanto-juvenil. Nesta primeira fase, serão realizadas as oficinas de Direção, com Edvard Passos, diretor do espetáculo, e de Produção, com Paula Hazin e Diogo Lopes Filho. Contando com 25 vagas cada uma, as oficinas selecionarão dois assistentes de direção e dois assistentes de produção entre os dias 1º e 5 de março. As inscrições ficarão abertas até 24 de fevereiro.
Ao mesmo tempo, estarão abertas também as inscrições para a Audição de Elenco, visando à seleção de atores para o espetáculo. Inicialmente, a audição definirá 30 participantes da oficina que será ministrada pelo diretor Edvard Passos, no mês de março, e a partir da qual, será escolhido o elenco do musical. Para a segunda fase do processo de montagem estão previstas as oficinas técnicas (figurino, cenografia etc), cujas inscrições serão abertas nos próximos meses.
Inscrições – Para a Oficina de Direção, os interessados devem apresentar fotocópia de RG e curriculum vitae. Para a Oficina de Produção, fotocópia de RG, curriculum vitae e comprovação (via atestado ou programa) de participação em, no mínimo, duas montagens como produtor ou assistente de produção. Já para a Audição de Elenco, os documentos são DRT de ator, fotocópia de RG e curriculum vitae comprovado via atestado ou programa. As inscrições serão feitas no Núcleo de Produção do TCA, de segunda a sexta-feira, das 13 às 17 horas. Telefones (71) 3117-4882/4881. Contato também pelo endereço nucleodeproducao@ tca.ba.gov. br
Além das oficinas para o musical, permanecem abertas, até 23 de fevereiro, as inscrições para o Edital do TCA.Núcleo com temática livre. Os diretores e produtores interessados podem inscrever seus projetos no Núcleo de Produção do TCA, de segunda a sexta, das 13h30 às 17h30. O projeto selecionado contará com orçamento de R$ 200 mil para a montagem do espetáculo. O edital está disponível no site http://www.tca. ba.gov.br/ TCA.nucleo/ Edital2010/ editalcompleto. htm.
Fonte:http://www.tca. ba.gov.br/ 10/0110/inscrico es_aventurasdoma lucobeleza.
Ao mesmo tempo, estarão abertas também as inscrições para a Audição de Elenco, visando à seleção de atores para o espetáculo. Inicialmente, a audição definirá 30 participantes da oficina que será ministrada pelo diretor Edvard Passos, no mês de março, e a partir da qual, será escolhido o elenco do musical. Para a segunda fase do processo de montagem estão previstas as oficinas técnicas (figurino, cenografia etc), cujas inscrições serão abertas nos próximos meses.
Inscrições – Para a Oficina de Direção, os interessados devem apresentar fotocópia de RG e curriculum vitae. Para a Oficina de Produção, fotocópia de RG, curriculum vitae e comprovação (via atestado ou programa) de participação em, no mínimo, duas montagens como produtor ou assistente de produção. Já para a Audição de Elenco, os documentos são DRT de ator, fotocópia de RG e curriculum vitae comprovado via atestado ou programa. As inscrições serão feitas no Núcleo de Produção do TCA, de segunda a sexta-feira, das 13 às 17 horas. Telefones (71) 3117-4882/4881. Contato também pelo endereço nucleodeproducao@ tca.ba.gov. br
Além das oficinas para o musical, permanecem abertas, até 23 de fevereiro, as inscrições para o Edital do TCA.Núcleo com temática livre. Os diretores e produtores interessados podem inscrever seus projetos no Núcleo de Produção do TCA, de segunda a sexta, das 13h30 às 17h30. O projeto selecionado contará com orçamento de R$ 200 mil para a montagem do espetáculo. O edital está disponível no site http://www.tca. ba.gov.br/ TCA.nucleo/ Edital2010/ editalcompleto. htm.
Fonte:http://www.tca. ba.gov.br/ 10/0110/inscrico es_aventurasdoma lucobeleza.
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
SOBRE O LABOR DIÁRIO:
“( ...) o mundo só vai prestar para nele se viver, no dia em que a gente ver, um gato maltez casar com a alegre andorinha, saindo os dois a voar...” Este espetáculo, proporciona para seus atores um encontro com as contradições humanas: o amor e a crueldade, através desta luneta dionisíaca que provoca uma esperança quase infantil que tudo pode ser diferente neste palco-mundo. E que haja suor, abdominais e muita MERDA!
Em cartaz em março e abril
“( ...) o mundo só vai prestar para nele se viver, no dia em que a gente ver, um gato maltez casar com a alegre andorinha, saindo os dois a voar...” Este espetáculo, proporciona para seus atores um encontro com as contradições humanas: o amor e a crueldade, através desta luneta dionisíaca que provoca uma esperança quase infantil que tudo pode ser diferente neste palco-mundo. E que haja suor, abdominais e muita MERDA!
Em cartaz em março e abril
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
II ENA BAHIA
O ENA
O Encontro
Como promover o diálogo entre sonhos em construção e projetos já existentes? Quais alternativas para enfrentar os desafios econômicos, sociais, ambientais e políticos do século XXI? Quais são as iniciativas que estão transformando o país através da arteducação? Como as outras áreas do conhecimento e atuação humana dialogam com a arteducação nos seus trabalhos?
Estas são algumas questões que inspiram o II Encontro Nacional de Arteducadores. E convidamos você, seu grupo ou instituição a colaborar em processos de transformação social através das linguagens artísticas e a criar alternativas para pensar o mundo de uma outra forma, em busca de novos paradigmas no campo social, da cultura e da educação.
O II ENA amplia e focaliza suas ações com oficinas e intervenções artísticas nas comunidades populares de Salvador e Região Metropolitana. Com ações descentralizadas o evento tocará a cidade, interferindo efetivamente nas práticas dos projetos e ONGs parceiros. O ENA possibilita aos seus participantes a oportunidade de criar e realizar atividades de arteducação em diferentes comunidades de Salvador e Região Metropolitana, gerando vínculos solidários e efetivos entre os bairros e arteducadores de todo o Brasil.
Fonte: http://enabahia.webnode.com/o-ena/
O Encontro
Como promover o diálogo entre sonhos em construção e projetos já existentes? Quais alternativas para enfrentar os desafios econômicos, sociais, ambientais e políticos do século XXI? Quais são as iniciativas que estão transformando o país através da arteducação? Como as outras áreas do conhecimento e atuação humana dialogam com a arteducação nos seus trabalhos?
Estas são algumas questões que inspiram o II Encontro Nacional de Arteducadores. E convidamos você, seu grupo ou instituição a colaborar em processos de transformação social através das linguagens artísticas e a criar alternativas para pensar o mundo de uma outra forma, em busca de novos paradigmas no campo social, da cultura e da educação.
O II ENA amplia e focaliza suas ações com oficinas e intervenções artísticas nas comunidades populares de Salvador e Região Metropolitana. Com ações descentralizadas o evento tocará a cidade, interferindo efetivamente nas práticas dos projetos e ONGs parceiros. O ENA possibilita aos seus participantes a oportunidade de criar e realizar atividades de arteducação em diferentes comunidades de Salvador e Região Metropolitana, gerando vínculos solidários e efetivos entre os bairros e arteducadores de todo o Brasil.
Fonte: http://enabahia.webnode.com/o-ena/
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