Os representantes do Fórum das AD’s estiveram ontem, em Salvador, para mais uma reunião com o Governo, previamente agendada no dia 31 de maio. Entretanto, mais uma vez, a audiência não foi realizada. O Secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, reafirmou que a Mesa Setorial do Ensino Superior não seria instalada enquanto a greve dos professores universitários estiver em vigor.
Segundo a Coordenadora do Fórum das AD’s, Maslowa Freitas, o Governo solicitou aos reitores a lista dos professores que estão participando do movimento grevista, contudo, os reitores negaram-se a fornecer os dados.
Diante dos fatos, a avaliação do Fórum das AD’s é de que a greve deve ser mantida até que o Governo apresente uma proposta concreta de incorporação da GEAA. Um pedido de audiência foi protocolado junto à SEC, SAEB, SERIN e Governadoria com o objetivo de retomar as negociações.
Nesta terça (19), os representantes das quatro associações docentes estarão na Assembléia Legislativa durante todo o dia para fazer contatos com os deputados e protocolar o pedido de Sessão Especial na Assembléia Legislativa. Além disso, uma Audiência Pública na Comissão de Educação está sendo agendada para tratar da pauta do movimento docente.
Comando de Greve da Adusb/Diretoria da Adusb
terça-feira, 19 de junho de 2007
terça-feira, 5 de junho de 2007
A nova cara do movimento estudantil
A ocupação da reitoria da USP fez os estudantes despertarem e questionarem seu papel na universidade
A ocupação da reitoria da USP no dia 3 de maio resgatou a expressão movimento estudantil, que só era lembrada quando se falava em tempos remotos da nossa história, como a ditadura militar. Na década de 60, participar da mobilização era um ato de heroísmo, pois significava correr riscos, ser perseguido pelas autoridades e repreendido pela família, que temia o desaparecimento misterioso do jovem militante. Hoje, a imagem que muita gente tem dos estudantes é a de um bando de arruaceiros que faz tudo para não assistir às aulas, já que muitos ideais daquela época foram perdidos com as mudanças político-econô micas. O que continua tornando o movimento estudantil atrativo para os jovens é, sem dúvida, a rebeldia, nem sempre com sentido negativo, uma vez que vem aliada à luta por melhores condições de ensino e estrutura. Muitos alunos de universidades públicas não têm computador em casa, moram longe do campus nem podem gastar muito dinheiro com material didático. Como as verbas do governo não são suficientes, eles se rebelam e fica a impressão de que são os únicos engajados.
Fred: militante que paga mensalidadeMarcelo Santos, aluno da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas - USP) e membro da comissão de comunicação da ocupação, acha que ser politizado é uma obrigação do aluno de universidade pública: Mesmo que não seja de nenhum partido ou siga alguma ideologia, só de estar aqui dentro você faz parte da política, você é um número, uma estatística do governo . Frederico Antonelli, aluno e membro do centro acadêmico da Faculdade Cásper Líbero, destaca a importância do apoio de alunos das universidades particulares ao movimento: A universidade pública é um direito de todos, não só de quem está matriculado lá, mas de toda a comunidade. Independente da classe social, todos sustentam a universidade pública. Na particular, existem várias limitações para o militante. O dono, a mensalidade, a bolsa de estudos .
A mobilização que afeta os campi do interior, alguns da Unesp e a Unicamp, além de universidades de outros Estados que se solidarizaram, começou com uma carta de reivindicações dos alunos que a reitoria se recusou a receber. E foi assim, sem nenhum plano mirabolante, que eles colocaram José Serra (PMDB) e a reitora Suely Vilela em maus lençóis. Entre as 17 exigências, as principais são a revogação dos decretos do governador, que quer diminuir a autonomia das universidades, centralizando decisões sobre linhas de pesquisas e remanejamento de verbas; a criação de mais 700 moradias estudantis (atualmente, existem 1400 vagas em apartamentos para três pessoas, só que alguns chegam a abrigar 11 alunos); a contratação de professores e construção de novos prédios (os cursos de geografia e história estão superlotados, com 120 alunos por classe quando o ideal seria 70, além de salas de aula improvisadas) e ônibus circular e restaurante universitário todos os dias, não apenas nos úteis.
O mandato de reintegração de posse expedido pela Justiça no dia 16 deixou os estudantes apreensivos, mas preparados para a resistência. A expectativa era de confronto com a tropa de choque da Polícia Militar. Agora, nós não estamos tranqüilos nem apreensivos, mas sim, trabalhando , afirma Marcelo. A entrada no prédio da reitoria é controlada, mas não pense que é porque os estudantes querem esconder algum tipo de depredação. Álvaro Coimbra visitou as instalações e conta o que viu: A consciência e organização do movimento são altíssimos, não existe nenhum ato de vandalismo no prédio como se veicula na mídia . Ele é funcionário do campus Piracicaba, que apesar da greve, está com a agenda cheia - como todos os outros. As atividades vão desde passeatas, campanha salarial, mesas de debates e atividades culturais.
Quem melhor que os estudantes para ajudar o governo a perceber as dificuldades que eles enfrentam no dia-a-dia? O movimento estudantil foi e ainda é muito importante para a educação, pois contribui para discussões como a reforma universitária, o passe livre e as cotas. Não existem mais os líderes carismáticos do passado, não se vê siglas de partidos políticos e tradicionais entidades estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes), quase não são lembradas. Tudo é decidido em conjunto, nas assembléias. Eles não querem só aparecer, pois, até agora, nenhuma emissora de TV entrou no prédio da reitoria para preservar a imagem dos estudantes. As negociações não avançam, mas, mesmo assim, a polícia não invade. Essa é a nova cara do movimento estudantil. Sem dúvida, esta mobilização é inédita. Cerca de 300 estudantes estão acampados no prédio e organizam-se em comissões, entre elas: negociação, comunicação, segurança, alimentação e cultura. A auto-gestão é uma nova forma de organização e nós mostramos que funciona , explica Marcelo. Sem contar que a greve fez os estudantes perceberem sua força e lutar por seus direitos em diversos pontos do país. Até quem não era engajado está aproveitando para saber mais sobre movimento estudantil. A integração é um dos principais ganhos. Do ponto de vista do acúmulo político, só saberemos depois de algum tempo. Mas o importante é que as pessoas vão continuar militando de algum jeito, em algum lugar , finaliza.
NOTÍCIAS: SITE YAHOO
A ocupação da reitoria da USP no dia 3 de maio resgatou a expressão movimento estudantil, que só era lembrada quando se falava em tempos remotos da nossa história, como a ditadura militar. Na década de 60, participar da mobilização era um ato de heroísmo, pois significava correr riscos, ser perseguido pelas autoridades e repreendido pela família, que temia o desaparecimento misterioso do jovem militante. Hoje, a imagem que muita gente tem dos estudantes é a de um bando de arruaceiros que faz tudo para não assistir às aulas, já que muitos ideais daquela época foram perdidos com as mudanças político-econô micas. O que continua tornando o movimento estudantil atrativo para os jovens é, sem dúvida, a rebeldia, nem sempre com sentido negativo, uma vez que vem aliada à luta por melhores condições de ensino e estrutura. Muitos alunos de universidades públicas não têm computador em casa, moram longe do campus nem podem gastar muito dinheiro com material didático. Como as verbas do governo não são suficientes, eles se rebelam e fica a impressão de que são os únicos engajados.
Fred: militante que paga mensalidadeMarcelo Santos, aluno da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas - USP) e membro da comissão de comunicação da ocupação, acha que ser politizado é uma obrigação do aluno de universidade pública: Mesmo que não seja de nenhum partido ou siga alguma ideologia, só de estar aqui dentro você faz parte da política, você é um número, uma estatística do governo . Frederico Antonelli, aluno e membro do centro acadêmico da Faculdade Cásper Líbero, destaca a importância do apoio de alunos das universidades particulares ao movimento: A universidade pública é um direito de todos, não só de quem está matriculado lá, mas de toda a comunidade. Independente da classe social, todos sustentam a universidade pública. Na particular, existem várias limitações para o militante. O dono, a mensalidade, a bolsa de estudos .
A mobilização que afeta os campi do interior, alguns da Unesp e a Unicamp, além de universidades de outros Estados que se solidarizaram, começou com uma carta de reivindicações dos alunos que a reitoria se recusou a receber. E foi assim, sem nenhum plano mirabolante, que eles colocaram José Serra (PMDB) e a reitora Suely Vilela em maus lençóis. Entre as 17 exigências, as principais são a revogação dos decretos do governador, que quer diminuir a autonomia das universidades, centralizando decisões sobre linhas de pesquisas e remanejamento de verbas; a criação de mais 700 moradias estudantis (atualmente, existem 1400 vagas em apartamentos para três pessoas, só que alguns chegam a abrigar 11 alunos); a contratação de professores e construção de novos prédios (os cursos de geografia e história estão superlotados, com 120 alunos por classe quando o ideal seria 70, além de salas de aula improvisadas) e ônibus circular e restaurante universitário todos os dias, não apenas nos úteis.
O mandato de reintegração de posse expedido pela Justiça no dia 16 deixou os estudantes apreensivos, mas preparados para a resistência. A expectativa era de confronto com a tropa de choque da Polícia Militar. Agora, nós não estamos tranqüilos nem apreensivos, mas sim, trabalhando , afirma Marcelo. A entrada no prédio da reitoria é controlada, mas não pense que é porque os estudantes querem esconder algum tipo de depredação. Álvaro Coimbra visitou as instalações e conta o que viu: A consciência e organização do movimento são altíssimos, não existe nenhum ato de vandalismo no prédio como se veicula na mídia . Ele é funcionário do campus Piracicaba, que apesar da greve, está com a agenda cheia - como todos os outros. As atividades vão desde passeatas, campanha salarial, mesas de debates e atividades culturais.
Quem melhor que os estudantes para ajudar o governo a perceber as dificuldades que eles enfrentam no dia-a-dia? O movimento estudantil foi e ainda é muito importante para a educação, pois contribui para discussões como a reforma universitária, o passe livre e as cotas. Não existem mais os líderes carismáticos do passado, não se vê siglas de partidos políticos e tradicionais entidades estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes), quase não são lembradas. Tudo é decidido em conjunto, nas assembléias. Eles não querem só aparecer, pois, até agora, nenhuma emissora de TV entrou no prédio da reitoria para preservar a imagem dos estudantes. As negociações não avançam, mas, mesmo assim, a polícia não invade. Essa é a nova cara do movimento estudantil. Sem dúvida, esta mobilização é inédita. Cerca de 300 estudantes estão acampados no prédio e organizam-se em comissões, entre elas: negociação, comunicação, segurança, alimentação e cultura. A auto-gestão é uma nova forma de organização e nós mostramos que funciona , explica Marcelo. Sem contar que a greve fez os estudantes perceberem sua força e lutar por seus direitos em diversos pontos do país. Até quem não era engajado está aproveitando para saber mais sobre movimento estudantil. A integração é um dos principais ganhos. Do ponto de vista do acúmulo político, só saberemos depois de algum tempo. Mas o importante é que as pessoas vão continuar militando de algum jeito, em algum lugar , finaliza.
NOTÍCIAS: SITE YAHOO
sexta-feira, 27 de abril de 2007
DIA DE LUTA CONTRA O MONOPÓLIO DA MÍDIA
Neste dia 26 de abril a Rede Globo de Televisão faz 42 anos. Há exatos 42 anos nascia o maior símbolo do uso privado de um dos mais escassos bens públicos: o espectro pelo qual trafegam os canais de rádio e tv.
Nesses 42 anos a Rede Globo jamais se submeteu a qualquer avaliação da sociedade brasileira para saber se ela está usando esse bem como determina a constituição e a favor do interesse público.
Por outro lado, nesses 42 anos o Brasil só viu crescer a concentração de poder político nas mãos dessa emissora. E ela soube usar muito bem esse poder. Em 84 contra as Diretas Já. Em 89 contra a eleição do Lula. Em 94 e 98 para eleger FHC. E em 2006 escancarou seu apoio ao candidato Alckmin.
Tudo isso nos mostra que falar em democracia num país que possui uma Rede de Televisão capaz de colocar todo seu poder para fazer valer seus interesses particulares, e que faz tudo isso usando um bem que é do povo brasileiro, é uma grande piada. De muito mau gosto.
Para tentar acabar com essa situação que movimentos sociais, coletivos e entidades que lutam por uma democracia radical no Brasil escolheram o dia do aniversário da Rede Globo para Lutar pelo Fim dos Monopólios na Mídia.
Em Brasília, será realizado um Ato em frente à sede da Globo para protestar contra o uso privado das concessões públicas de comunicação. Lutar pela diversidade de representação nas televisões brasileiras. Lutar pela democratização dos meios de comunicação.
Nesses 42 anos a Rede Globo jamais se submeteu a qualquer avaliação da sociedade brasileira para saber se ela está usando esse bem como determina a constituição e a favor do interesse público.
Por outro lado, nesses 42 anos o Brasil só viu crescer a concentração de poder político nas mãos dessa emissora. E ela soube usar muito bem esse poder. Em 84 contra as Diretas Já. Em 89 contra a eleição do Lula. Em 94 e 98 para eleger FHC. E em 2006 escancarou seu apoio ao candidato Alckmin.
Tudo isso nos mostra que falar em democracia num país que possui uma Rede de Televisão capaz de colocar todo seu poder para fazer valer seus interesses particulares, e que faz tudo isso usando um bem que é do povo brasileiro, é uma grande piada. De muito mau gosto.
Para tentar acabar com essa situação que movimentos sociais, coletivos e entidades que lutam por uma democracia radical no Brasil escolheram o dia do aniversário da Rede Globo para Lutar pelo Fim dos Monopólios na Mídia.
Em Brasília, será realizado um Ato em frente à sede da Globo para protestar contra o uso privado das concessões públicas de comunicação. Lutar pela diversidade de representação nas televisões brasileiras. Lutar pela democratização dos meios de comunicação.
Coordenação dos Movimentos Sociais do DF
Rede pela Democratização da Comunicação do DF
Rede pela Democratização da Comunicação do DF
domingo, 22 de abril de 2007
Se a canoa não virá...olê, olê, olá - OU MELHOR...JÁ VIROU!!

Que a micareta de Vitória da Conquista morreu e esqueceram de enterrar, ninguém que a “prestigiou” nestes três tem a menor dúvida (20,21 e 22 de abril de 2007) O que mais intriga é porque nossas “lideranças” fazem cara de santa puta, e num gesto ensaiado sorriem e dizem que melhor não poderia estar! Santa paciência!
Diante da escancarada segregação social ocorrida neste evento, em que uns poucos participam em um evento particular com as principais estrelas no cenário musical baiano, e do outro lado da cerca, uma massa curte os palcos alternativos de uma falida micareta , enquanto os ambulantes amargam o prejuízo financeiro.
Não nego que a idéia dos palcos alternativos, foi a melhor coisa inventada nas últimas edições da micareta, então porque não assumir isso e criar um evento na cidade de música? Shows de diversos estilos ocorrendo nos bairros, somado a uma programação que propicie um debate sobre o cenário musical. Já que Conquista tem uma veia musical latente, que se faça um evento capaz de agregar valores. E não de marginalizar e humilhar ainda mais o povo, reafirmando seu papel de excluído diante de uma sociedade altamente capitalista.
Chega da política de Pão e Circo!!
Diante da escancarada segregação social ocorrida neste evento, em que uns poucos participam em um evento particular com as principais estrelas no cenário musical baiano, e do outro lado da cerca, uma massa curte os palcos alternativos de uma falida micareta , enquanto os ambulantes amargam o prejuízo financeiro.
Não nego que a idéia dos palcos alternativos, foi a melhor coisa inventada nas últimas edições da micareta, então porque não assumir isso e criar um evento na cidade de música? Shows de diversos estilos ocorrendo nos bairros, somado a uma programação que propicie um debate sobre o cenário musical. Já que Conquista tem uma veia musical latente, que se faça um evento capaz de agregar valores. E não de marginalizar e humilhar ainda mais o povo, reafirmando seu papel de excluído diante de uma sociedade altamente capitalista.
Chega da política de Pão e Circo!!
domingo, 15 de abril de 2007
QUE ROUPA USAR?

É um tema muito interessante, discutir os trajes dos nossos politícos. Sem dúvida alguma é um tema mais relevante, do que falar dos problemas sociais do nosso país.
Penso que é rídiculo se criar (quase) uma CPI para discutir os caminhos e descaminhos do chapéu de catingueiro do deputado do PV - Bahia Mão Branca. Assim, como um jornalista dá vazão para esse tipo de episódio. As matérias vinculadas pela mída brasileira só faltaram ser feitas por criticos de moda, o que seria no mínmo natural e talvez mais sensato, pelo menos ouviriamos uma "segunda opinião".
Poliana Bicalho
Penso que é rídiculo se criar (quase) uma CPI para discutir os caminhos e descaminhos do chapéu de catingueiro do deputado do PV - Bahia Mão Branca. Assim, como um jornalista dá vazão para esse tipo de episódio. As matérias vinculadas pela mída brasileira só faltaram ser feitas por criticos de moda, o que seria no mínmo natural e talvez mais sensato, pelo menos ouviriamos uma "segunda opinião".
Poliana Bicalho
Luiz Fernando Veríssimo
E tudo mudou...
> > O rouge virou blush
> > O pó-de-arroz virou pó-compacto
> > O brilho virou gloss
(...)
> > O corpete virou porta-seios
> > Que virou sutiã
> > Que virou lib
> > Que virou silicone
>> Confeti virou MM
(...)
>> A purpurina virou gliter
> > A brilhantina virou mousse
> > A tanga virou fio dental
> > E o fio dental virou anti-séptico bucal
(...)
> > É um filho onde éramos seis
> > O namoro agora é virtual
> > A cantada virou torpedo
> > E do "não" não se tem medo
(...)
> > Lobato virou Paulo Coelho
> > Caetano virou um chato
> > Chico sumiu da FM e TV
> > Baby se converteu
(...)
> > A AIDS virou gripe
> > A bala antes encontrada agora é perdida
> > A violência está coisa maldita!
> > A maconha é calmante
> > O professor é agora o facilitador
> > As lições já não importam mais
> > A guerra superou a paz
> > E a sociedade ficou incapaz...
> > .... De tudo.
> >> > Inclusive de notar essas diferenças.> >> > (Luiz Fernando Veríssimo)
> > O rouge virou blush
> > O pó-de-arroz virou pó-compacto
> > O brilho virou gloss
(...)
> > O corpete virou porta-seios
> > Que virou sutiã
> > Que virou lib
> > Que virou silicone
>> Confeti virou MM
(...)
>> A purpurina virou gliter
> > A brilhantina virou mousse
> > A tanga virou fio dental
> > E o fio dental virou anti-séptico bucal
(...)
> > É um filho onde éramos seis
> > O namoro agora é virtual
> > A cantada virou torpedo
> > E do "não" não se tem medo
(...)
> > Lobato virou Paulo Coelho
> > Caetano virou um chato
> > Chico sumiu da FM e TV
> > Baby se converteu
(...)
> > A AIDS virou gripe
> > A bala antes encontrada agora é perdida
> > A violência está coisa maldita!
> > A maconha é calmante
> > O professor é agora o facilitador
> > As lições já não importam mais
> > A guerra superou a paz
> > E a sociedade ficou incapaz...
> > .... De tudo.
> >> > Inclusive de notar essas diferenças.> >> > (Luiz Fernando Veríssimo)
Assinar:
Postagens (Atom)
